A partir de 2019, todo produto cosmético ou
dermatológico criado no Brasil deverá passar por testes em peles fabricadas
em laboratório.
A medida visa restringir o uso de animais em pesquisas e o IDOR, desde 2012, em
parceria com a L’Oreal, desenvolve um modelo de pele artificial.
“Conseguimos criar em laboratório o neurônio sensorial, que responde a
estímulos. O desafio agora é juntá-lo à
pele para entender como o sistema nervoso interpreta as alterações que ocorrem ali.”, comenta
Stevens Rehen, diretor de pesquisa do IDOR.
Confira a matéria completa da Folha
de SP aqui: https://goo.gl/4EyMWy