“Estamos falando de uma doença polimórfica”, explica o psiquiatra Leonardo Fontenelle, pesquisador do IDOR, professor da Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e membro da Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP). “Ou seja, apesar de ter uma base comum, ela pode se manifestar de formas muito diferentes.”